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Sinopse
Em dias intelectualmente miseráveis como os nossos, em que à direita se repete o odioso mantra de Tatcher – “there is no alternative” – e à esquerda se aceita sem grande choque ou consternação que as esquerdas morreram, Garau demonstra, em Anatomia da revolta – temporalidade e destituição, que ser de esquerda é muito mais do que uma afiliação partidária ou certa vaga simpatia pelo que se chama, de maneira meio ridícula, de “setor progressista”.
Pertencer ao campo político da esquerda radical trata-se de uma experiência muito mais potente, uma forma-de-vida que, sendo comum e mutante, transmuta a si e ao tempo, abrindo-se para o perigo de uma existência sem fundamentos e destituinte.
É assim que os ensaios contidos neste livro, nos quais o autor debate com grandes nomes da filosofia sem qualquer servilismo – Marx, Benjamin, Blanchot, Agamben, Comitê Invisível, etc -, traçam uma rigorosa contra-história das experiências revolucionárias de ontem para apontar a necessidade de superá-las. Por mais importantes que tenham sido, não devem ser encaradas como planos objetivos a serem repetidos.
Trata-se de não lamentar a “morte da esquerda”, mas aproveitá-la para resgatar experiências bem mais radicais do que as partidárias e que sejam capazes de dialogar diretamente com as condições atuais de suposta inultrapassabilidade do capitalismo.
Anatomia da revolta – temporalidade e destituição nos apresenta um rico afresco em que compreendemos que só é possível viver um tempo da revolução quando se revoluciona o tempo e, experimentando-o em nós mesmos, nos abrimos não para o evento grandiloquente e canônico que se espera de forma quase religiosa, e sim para múltiplas, descontínuas e vitais revoltas.
Ficha Técnica
Especificações
ISBN | 9786584744400 |
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Tradutor para link | SOARES ANDITYAS |
Subtítulo | TEMPORALIDADE E REVOLUÇÃO |
Pré venda | Não |
Organizador para link | GIBIM FABIANA,PEGUINELLI ALEX,MARINHO LIGIA |
Biografia do autor | Michele Garau é um pesquisador de Turin, Itália. O seu trabalho de investigação centra-se nas genealogias de uma política anticapitalista alheia à tradição do movimento operário e socialista, no fenômeno das revoltas urbanas e nas relações entre o pensamento pós-metafísico e a crítica revolucionária, privilegiando o conceito de “destituição”. Foi parte de grupos radicais anti-autoritários desde sempre e nutriu interesse por crítica radical desde então. Michele é um dos companheiros encarcerados durante a Operação 3 de Junho em 2014 em Turim, na Itália. O grupo autônomo do qual fazia parte focava-se na luta por moradia, contra o encarceramento e centros de detenção, condições dignas para imigrantes e refugiados. O autor militava, também, no grupo de resistência No Tav (No to the high speed train). |
Peso | 40000g |
Autor para link | GARAU MICHELE |
Livro disponível - pronta entrega | Sim |
Dimensões | 21 x 13.5 x 10 |
Idioma | Português |
Tipo item | Livro Nacional |
Número de páginas | 155 |
Número da edição | 1ª EDIÇÃO - 2024 |
Código Interno | 1109386 |
Código de barras | 9786584744400 |
Acabamento | BROCHURA |
Autor | GARAU, MICHELE |
Editora | SOBINFLUENCIA |
Sob encomenda | Não |
Tradutor | SOARES, ANDITYAS |
Organizador | GIBIM, FABIANA | PEGUINELLI, ALEX | MARINHO, LIGIA |