Sinopse
Ambientado seis anos antes da abolição (1882), mesmo ano da morte de Luiz Gama - jornalista, poeta, advogado e ex-escravo que libertou mais de 1000 negros cativos pela via judicial e é considerado o precursor do abolicionismo - o livro 'A Camélia Branca', narra, por meio do gênero romance histórico, a vida, luta e empenho de Antonio Bento e seu grupo de ação libertária, que ficou conhecido como os ''caifazes''. Curiosidade: o significado real do nome ''caifazes'' nunca ficou devidamente desvendado, o que, dada a luta empreendida, é irrelevante.
Juiz em Atibaia, Antonio Bento foi demitido injustamente pelo presidente da Província por denúncias de poderosos senhores de escravos que o acusavam de nomear avaliadores favoráveis a dar preço baixo para as "peças" e assim facilitar o depósito para a alforria do negro. Quando isso aconteceu, ele era Juiz Municipal na cidade de Atibaia. A partir deste fato, ao abandonar a magistratura, passa a se dedicar a ações ''ilegais'' de libertação dos escravos. Ele e seu grupo estudavam as fazendas nas quais a violência contra escravos era mais gritante e, armados, dispostos a tudo, entravam nas propriedades, estouravam os cadeados das senzalas e libertavam pequenos grupos de negros.
Perseguidos pelos capatazes, refugiavam-se na floresta, certos de que da parte dos fazendeiros a ação seria intensamente repelida. Mas, entretanto, havia certa aura que cercava os ''caifazes'', de grupo organizado, coeso e preparado, capaz de enfrentar em igualdade de condições a crueldade dos capatazes. Com isso, conseguiam se livrar de perseguições e traziam para a cidade de São Paulo os escravos libertos. Com a colaboração de brancos abolicionistas, eram encaminhados principalmente a dois quilombos: o Quilombo do Jabaquara, na cidade de Santos, e o Quilombo do Leblon, no Rio de Janeiro.
Juiz em Atibaia, Antonio Bento foi demitido injustamente pelo presidente da Província por denúncias de poderosos senhores de escravos que o acusavam de nomear avaliadores favoráveis a dar preço baixo para as "peças" e assim facilitar o depósito para a alforria do negro. Quando isso aconteceu, ele era Juiz Municipal na cidade de Atibaia. A partir deste fato, ao abandonar a magistratura, passa a se dedicar a ações ''ilegais'' de libertação dos escravos. Ele e seu grupo estudavam as fazendas nas quais a violência contra escravos era mais gritante e, armados, dispostos a tudo, entravam nas propriedades, estouravam os cadeados das senzalas e libertavam pequenos grupos de negros.
Perseguidos pelos capatazes, refugiavam-se na floresta, certos de que da parte dos fazendeiros a ação seria intensamente repelida. Mas, entretanto, havia certa aura que cercava os ''caifazes'', de grupo organizado, coeso e preparado, capaz de enfrentar em igualdade de condições a crueldade dos capatazes. Com isso, conseguiam se livrar de perseguições e traziam para a cidade de São Paulo os escravos libertos. Com a colaboração de brancos abolicionistas, eram encaminhados principalmente a dois quilombos: o Quilombo do Jabaquara, na cidade de Santos, e o Quilombo do Leblon, no Rio de Janeiro.
Ficha Técnica
Especificações
ISBN | 9788598810195 |
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Pré venda | Não |
Peso | 713g |
Autor para link | CAMARA NELSON |
Livro disponível - pronta entrega | Não |
Dimensões | 23 x 16 x 1 |
Idioma | Português |
Tipo item | Livro Nacional |
Número de páginas | 432 |
Número da edição | 1ª EDIÇÃO - 2011 |
Código Interno | 668994 |
Código de barras | 9788598810195 |
Acabamento | BROCHURA |
Autor | CAMARA, NELSON |
Editora | LETTERA.DOC PROJETOS DE COMUNICAÇAO LTDA |
Sob encomenda | Não |